Professoras e pesquisador da UFMG indicam pensadores que iluminaram os caminhos de sua formação acadêmica

Arte: Beatriz Campos / UFMG

“Nenhum conhecimento é objetivo. Todo conhecimento passa pela subjetividade”, ressalta Roberth Daylon, mestrando em História da UFMG. Ele foi um dos entrevistados que colaboraram na produção do vídeo Reflexões para descolonizar o conhecimento, publicado na última semana e disponível no canal da Universidade no YouTube. Também participaram da conversa as professoras Leda Maria Martins, poeta, ensaísta e uma das grandes pensadoras do teatro brasileiro contemporâneo, e Laura Guimarães Corrêa, que, em novembro de 2019, lançou o livro Vozes negras em comunicação: mídia, racismos, resistências, coletânea de artigos que traçam diversas articulações entre os temas da comunicação e raça.

Aos três…


Personalidades mineiras compartilham vídeos de felicitações ao aniversário da Universidade

Cena do vestibular da UFMG na Reitoria, em 1998. Acervo Cedecom / UFMG

Nesta segunda-feira, feriado de 7 de setembro, a Universidade Federal de Minas Gerais completou 93 anos de fundação.

De 1927 a 2020, a trajetória da UFMG ficou marcada, sobretudo, pelo compromisso da instituição com sua cidade, estado e país, como ressalta Sandra Regina Goulart Almeida, atual reitora da Universidade, no artigo UFMG: 93 anos de compromisso com o conhecimento e com a vida:

São 93 anos de muita dedicação, compromisso, resiliência e também rebeldia, como cabe a uma instituição verdadeiramente mineira. Personagem de extrema importância para o estado e para o país, presente em muitos cantos e recantos das Gerais…


Reitoria da UFMG. Foto: Lucas Braga / UFMG

A UFMG possui registro de sua marca no Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (Inpi) como marca mista. Isso significa que as partes nominativa e figurativa de sua marca estão protegidas (identidade gráfica e nomes: UFMG e Universidade Federal de Minas Gerais).

Quanto ao seu brasão, a instituição mantém registro histórico de sua criação em documentos oficiais, atestando propriedade.

A apropriação de quaisquer desses símbolos identitários por terceiros, sem aprovação da UFMG e com fins de imitação de identidade ou obtenção de vantagem de diversos fins, constitui fraude.

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A UFMG se orienta pelo compromisso com os direitos humanos e com o…


A comunidade universitária da UFMG despede-se de um dos seus reitores

Equipe do reitorado do professor Tomaz Aroldo, em março de 1998. O professor está exatamente no centro da imagem. Foto: Foca Lisboa/ UFMG

Morreu na manhã desta quinta-feira, dia 18, aos 76 anos, o professor emérito Tomaz Aroldo da Mota Santos, reitor da UFMG na gestão 1994–1998. Em sua memória, convidamos a comunidade universitária a encaminhar suas homenagens. Essa é uma página dedicada a abrigá-las.

Francisco César de Sá Barreto, reitor da UFMG entre 1998 e 2002

Meu querido amigo Tomaz, dos dias recentes, meu amigo Baiano, dos dias passados,

Começo minha conversa com você lembrando, ou copiando, Guimarães Rosa:

“ Deus nos dá pessoas e coisas, para aprendermos a alegria… Depois, retoma coisas e pessoas para ver se já somos capazes da…


Por WhatsApp, comunidade acadêmica da UFMG compartilha esperança em pílulas de arte

Uma flor no campus Pampulha da UFMG. Foto: Lucas Braga / UFMG

Foi Fernando Pessoa quem, em seu livre domínio da língua portuguesa, criou o substantivo outragem. Outrar-se significa, segundo o poeta, fazer-se outro, deixar-se transformar em algo novo, dar vida e independência a outras personalidades.

Tarcísio Mauro Vago, pró-reitor de Assuntos Estudantis da UFMG e professor da Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional (EEFFTO), enxerga também a dimensão solidária da palavra ao entender, nela, um convite para a doação ao outro. Nesse momento de resguardo social frente à pandemia do novo coronavírus, o professor, também conhecido como Tatá, convoca: “Vamos nos outrar? Nos oferecer ao outro/a? Bora!”

O professor…


Nilo Princigalli

O espaço Tipografia: Oficina Museu do Centro Cultural UFMG abriu suas portas para o encontro de dois grupos dedicados à arte da literatura e da impressão, durante o 51º Festival de Inverno UFMG em 2019.

Um deles, liderado pelo coletivo 62 pontos, abraçou a linguagem e técnica dos tipos móveis para conhecer os processos de produção de materiais gráficos e, ao final, apresentar uma pasta coletiva com as composições tipográficas aprendidas.

O outro, orientado pela professora da UFMG Sônia Queiroz, se debruçou na criação de microcontos em torno do tema memória, arte e patrimônio, tendo como objeto os…


Imagens de coleções e do patrimônio cultural mineiro ganham a fachada digital de museu da UFMG

Fachada digital do Espaço do Conhecimento UFMG. Foto: Lucas Braga/UFMG

A projeção em fachada digital de imagens de objetos do patrimônio cultural mineiro atraiu olhares durante as noites do mês de julho, em Belo Horizonte.

O local, um dos mais visitados da cidade é o Espaço do Conhecimento UFMG, museu que abriga planetário e atividades de divulgação da cultura e ciência.

Em cena, a mostra em vídeo de Coleções da UFMG, incluindo objetos dos acervos de Obras Raras da Biblioteca Universitária, do Centro de Memória da Faculdade de Farmácia, do Centro de Memória da…


Ensaio realizado como exercício acadêmico, no curso de Publicidade, explora a sensibilização da depressão por meio de imagens

Nilo Princigalli*


Imagens: Ana Luiza Araujo

Conduzido por moradores de Belo Horizonte, o Rolezinho Lagoinha é um percurso feito a pé pelas ruas do bairro, para conhecer suas histórias e parando para conversar com moradores que são personagens essenciais para quem quer descobrir os tantos lados da Lagoinha.

O passeio foi criado por Nossa Grama Verde, em parceria com o coletivo Viva Lagoinha, e mostra o local sob o ângulo da vivência de seus moradores.

Nesse ensaio fotográfico, trazemos parte desse importante e histórico espaço de BH, tendo com ponto de partida o Rolezinho, atividade que está sendo oferecida também na 13ª…


Fernanda Codevilla Soares**

A minha relação com a Antártica iniciou-se por meio de uma bolsa de pós-doutorado, a qual, confesso, busquei mais por uma questão financeira do que pelo tema em si. Não que eu desgostasse do assunto, pelo contrário, me encantou, mas era algo tão inusitado que não conseguia ainda mensurar todo seu significado e importância.

A mudança

Em 2013 mudei-me para Belo Horizonte de mala e cuia (literalmente) e iniciei os estudos no Laboratório de Estudos Antárticos em Ciências Humanas da Universidade Federal de Minas Gerais (Leach — UFMG), sob a supervisão do prof.

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